
Ocupação Da Violência: Fanon
no Galpão do Folias
10 a 14 de dezembro de 2025
- entrada gratuita -
Programação:
10/12/2025 – Quarta-feira
19h00 – Da Violência: Fanon – Taanteatro Companhia – 90min
20h30 – Pele árabe, máscaras judias: Dinâmicas coloniais na relação entre israelenses e palestinos - Palestra com Peter Pál Pelbart
11/12/2025 – Quinta-feira
20h00 – Da Violência: Fanon – Taanteatro Companhia – 90min
12/12/2025 – Sexta-feira
20h00 – Da Violência: Fanon – Taanteatro Companhia – 90min
13/12/2025 – Sábado
18h00 – SIABURU, Dani Mara – 30min
19h00 – ECO, OCO PRESO NO PEITO, Maria Emília Gomes – 20min
20h00 – Da Violência: Fanon – Taanteatro Companhia – 90min
14/12/2025 – Domingo
18h00 – NEGAÇA, Urubatan Miranda – 30min
19h00 – Da Violência: Fanon – Taanteatro Companhia – 90min
20h30 – Encerramento
Projeto DA VIOLÊNCIA: FANON, Taanteatro Companhia
Projeto foi contemplado pela 36ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura.
Performances convidadas:
SIABURU, Dani Mara
Siaburu é uma performance de dança teatro onde as poesias movem o corpo. O que se cose é o que se come... Território não morre, território não some. Siaburu demarca as raízes contra-coloniais, o corpo é território na afirmação das memórias que a terra dá. Siaburu é o mover da ancestralidade pela dança inscrita no canto dos pássaros.
Dança: Dani Mara
Direção musical: Siba Puri
Produtora musical: Rafa Synesthezk
Composição: Xipu Puri
Dramaturgia: Xipu Puri e Dani Mara
Caracterização: Jéssica Luiza Cardoso
Iluminação: Kai Vianna
Direção: Éden Peretta
Duração: 30 min
ECO, OCO PRESO NO PEITO, Maria Emília Gomes
ECO, OCO PRESO NO PEITO é um solo-manifesto de dança que faz ecoar gritos coletivos abafados pelas colonialidades fundantes e presos no peito de uma mulher preta artista. É rito de presença, pés na terra, encontro e confronto: erguer-se, seguir de pé... explodir o peito.
Concepção e interpretação: Maria Emília Gomes
Percussão e interpreté sonoro: Michel Yuri
Iluminação: Dida Genofre
Duração: 20 min
NEGAÇA, Urubatan Miranda
Nasce do desejo de reconstruir a própria história através da reconstrução do território iniciático da religiosidade negra. Inspirado pela movimentação de Exú, o solo tem como fio condutor experiências, pesquisas e registros da Tenda Espírita Pai Jacob, terreiro de Umbanda localizado em Campos dos Goytacazes (RJ).
Direção/Criação/Dança: Urubatan Miranda
Provocação cênica: Deise Brito, Mônica Augusto, Verônica Santos
Fotografia: Denise Silva B.
Trilha Sonora: Ricardo Mariani
Desenho de Luz: Rossana Boccia
Duração: 30 min
Pele árabe, máscaras judias:
Dinâmicas coloniais na relação entre israelenses e palestinos
Palestra com Peter Pál Pelbart
Ocupação Da Violência: Fanon - EQUIPE
Curadoria: Maura Baiocchi, Mônica Bernardes e Wolfgang Pannek
Ideia e coordenação artística: Mônica Bernardes e Wolfgang Pannek
Designer gráfico: Hiro Okita
Registro e edição (performances convidadas): Wolfgang Pannek
Montagem e acompanhamento técnico das performances: Flávio M. Silva
Montagem de luz e som (Galpõo do Folias): Finn e Jonas
Produção e acompanhamento (Galpão do Folias): Grupo Folias D'Arte
Produção: Mônica Bernardes
Assitência e bilheteria: Cassiano Fraga
Projeto DA VIOLÊNCIA: FANON, Taanteatro Companhia
Contemplado pela 36ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura.

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