05/05/2025 _ por Elisa Canola
- Elisa Canola

- 5 de mai. de 2025
- 2 min de leitura
São Paulo, 05 de maio de 2025
Espaço Viver, Barra Funda
O ensaio deste dia foi no espaço Viver. Vinha de alguns dias sem ensaio por conta de uma questão de saúde do país dos meus filhos, que impossibilitou minha presença no ensaio anterior, de sexta-feira. O Jorge também teve um empecilho para participar deste ensaio e agendou um extra na quarta-feira anterior, mas também não pude estar por conta de minhas aulas de dança que acontecem neste dia.
Apesar de algum tempo de distância entre o dia do ensaio e o dia que realizou o relato, me recordo de termos feio o mandala de energia corporal até o ponto do coração, para aquecermos em direção ao processo criativo relacionado com os Solos, a serem apresentados no início de julho.
Minha mitologia pessoal e meu mandala pictórico tem me levado para as reflexões sobre esse buraco que me acompanham ao longo da vida. No desenho que fiz, conjugado com outros elementos, apresento este espaço em branco que realiza uma fenda na minha existência.
A questão que o corpo coloca está alicerçada nesse tema, na necessidade de se movimentar em face ao GAP entre a finitude e a continuidade.
Acredito que neste ensaio ainda não havia uma definição mais nítida de como ancorar as minhas questões da mitologia pessoal e do mandala pictórico com as improvisações em torno do Solo. Assim, neste dia procurei me debruçar e concentrar na prática da metodologia Taanteatro, conjugando coletivamente o Mandala de Energia Corporal e a subsequente prática em direção à uma possível partitura para a finalização do Nutaan.
Não me recordo de ser um ensaio muito exaustivo. Os encontros tinham uma atmosfera leve, na medida em que nos encontrávamos para amparar o corpo em direção à construção da comunicação cênica.


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