25/04/2025 _ por Angela Mendes
- Angela Mendes

- 25 de abr. de 2025
- 3 min de leitura
Iniciamos com orientações a respeito dos encaminhamentos do trabalho e datas propostas para os próximos ensaios que ocorrerão na Funarte a partir de junho.
Iniciamos com aquecimento nos pés como que engatinhando com os dedos seguido de movimentos sincronizados de braço para trás-frente, repetimos a sequência duas vezes andando para frente, intercalamos o movimento de costas.
1) Caminhado no espaço com movimentos dos pés pisando como se amassássemos o chão, pisa-pisa, depois pisa com as pontas dos pés frente, intercalando em cada pisada o pé inteiro no chão depois calcanhar, repete este movimento em duas sequências. Repete o movimento e faz o mesmo percurso de costas. Intercala e desta vez repetimos o movimento inicial PISADA-FRENTE, PISADA-CALCANHAR.
2) Seguimos caminhando com a sequência anterior, acrescentamos a este movimento pisar dentro, pisar fora, a cada repetição da célula inteira giro o corpo e repito a mesma sequência.
3) Sigo as sequências 1 e 2 com outra pessoa na minha frente. Uma vai de frente a outra vai de costas, repete e troca os lugares.
Repetimos os movimentos a partir da primeira parte e juntamos com a segunda em movimento com o coletivo.
Com movimentos que remete um embalar frente trás, caminho de forma linear sem cruzar as pernas para trás, movimento do corpo capoeira. Os braços seguem na sequência contrária das pernas dando formato e leveza ao movimento, repetimos frente e trás. Com o movimento agora utilizando a cabeça, como se estivéssemos dando uma cabeçada no ar, este movimento leva a parte torácica a ter um impulso que remete a uma explosão para frente, possibilitando os movimentos dos braços frente-lateral, abre e fecha quando dou a cabeçada, com a movimentação embala, corpo movimento capoeira, gingado. Acrescentamos a este movimento um impulso nas pernas com intensidade, chutar, no primeiro momento reforçamos a tensão na canela e ao chutar tenciono a parte do corpo que quero reforçar (canela), repito o movimento e mudo a intensão, agora coloco a
tensão ao chutar nos (pés) e ao chutar tenciono a perna, dou uma leve pausada.
4) Outra célula corporal com o movimento corpo-capoeira, faço o gingado com perna direita, perna esquerda, salto para o lado e meu corpo é flexionado na diagonal, coloco uma mão no chão a outra mão remete a movimentação escudo de proteção, o corpo volta do chão saltando com leveza para retomar o movimento de gingado. Faço lado direito depois lado esquerdo. Repito a ação duas vezes frente e costas.
5) Repetindo a mesma sequência anterior, agora acrescendo ao voltar do chão 1 palma remetendo um ritmo sincronizado.
Os movimentos seguem com sequências direcionadas e aumentamos o ritmo. Na ponta dos pés e com as mãos no quadril movimento ao caminhar no ritmo de rebolar, ao andar movimentando os quadris com as pernas levemente inclinadas, sigo frente sigo costas. Repito a movimentação duas vezes.
Na sequência e com os pés firmados no chão, vou girar o corpo de forma frontal, ao abrir as pernas abro os braços na linha dos ombros, ao caminhar giro para direita giro para a esquerda, lembrando de ter uma linha no horizonte que firmo meu olhar.
Pausa
Retomamos com a orientação para a partir da mitologia pessoal, começarmos a experimentar de forma narrativa, ou com imagens que possam possibilitar no processo da performance. Iniciamos com 7 minutos deitados no chão da forma que me sentir mais confortável, ao despertar vou acordando o corpo a partir dos dedos dos pés e mãos espreguiço e esfrego pés e mãos. Vou saindo do nível baixo para o médio até o plano alto para zerar. Ativando os estados da matéria, ativo o coração a partir das sensações que busco no espaço, água, barro, pedra e seguimos com o fogo explosão, com os olhos abertos transitamos no espaço. Ativamos na sequência o passo a passo da mandala mitológica.
Processo pessoal ou individual
Cada performance encontra no espaço onde deseja iniciar seu processo de criação e a narrativa que pretende começar a construir corporalmente, alguns criam sozinhos e no desenvolvimento faz-se
a interação com outros. O tempo é dado e no tempo determinado zeramos para finalizar.
Vídeos encaminhado como anexo de momentos deste processo de criação e da aula contendo fragmentos da prática.
Angela Mendes


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